quarta-feira, 7 de setembro de 2011

EUA - 3° dia

Aqui estava uma temperatura de 17° C.

O hotel que estamos é bem confortável, a internet é regular, a cama é grande e confortável e o banheiro bem limpo.

Nosso quarto fica no final do corredor, logo ao lado do quarto dos nossos primos, e é bem silencioso. A localização é muito boa.

Hoje marcamos de nos encontrar umas 8:30 para tomar café e sair para pegar o famoso bondinho até a Lombard Street.

Tomamos o café no hotel, que é bem simples mas dá pra matar a fome.

Seguimos para Powell Street, ao lado da estação BART, onde saem os bondinhos.

Pegamos uma fila de uns 30 minutos e, com a Tais nos guiando, pegamos o bonde certo para ir até Hyde Park, pois existe uma segunda linha que não serviria para nós.

(esperando para embarcar no bondinho)

O bondinho é barulhento e bem "desconfortável", porém acho que ele ainda funciona pela quantidade de turista que usam.


(vista do bondinho)

Tivemos uma bonita vista, no topo da cidade, das ruas ao redor, e seguímos até descermos na Lombard Street.

(descendo do bonde)

Essa rua é famosa por ser uma descida toda sinuosa, florida e, lógico, por ter aparecido em vários filmes.

(ao fundo a famosa descida em "S", na Lombard Street)

Tiramos várias fotos e descemos até a Marina de San Francisco.

(vista da Marina)

Em frente à marina está a antiga fábrica da Ghirardelli, uma marca de chocolate, que ocupa todo o quarteirão.

(lojinha de chocolate)

Lá tomamos um tipo de milk-shake e outras sobremesas mais.

("ganhando" mais um quilinhos)

Seguimos andando rumo à Fisherman's Wharf, onde existem várias lojinhas com souvenirs e coisinhas para turistas.

No píer dá para ver a ponte Golden Gate e Alcatraz.

(ponte coberta pela neblina)

(Alcatraz)


(The Fisherman's Wharf)

Continuamos andando e paramos para almoçar no Bubba Gump Shrimp, no pier 39.

( Forrest "Bibbó" Gump)

("Chears!")

Neste pier existem vários outros restaurantes e, ao lado, o Aquário da baia, onde pagamos US$ 15 por pessoa, para visitá-lo.

(foto dentro do aquário)

Para voltar pegamos um tipo de ônibus elétrico, na Beach Street, que fica na rua de trás.

(esperando no ponto)

Pagamos US$ 2 por pessoas, que te dá o direito de utilizar o bilhete por até 1 hora, e que nos leva de volta para Market Street, seguindo pela costa.

(o bondinho, por dentro)

O bondinho é de madeira e lembra o barulho dos Trólebus de São Paulo. Descemos na Market Street, perto do ponto onde pegamos o bondinho, e voltamos para nosso hotel, enquanto nossos primos ficaram na loja da GAP.

Chegamos no hotel, cansados, e minha esposa não estava se sentindo bem, com um pouco de cólicas. Pegamos no sono e nem fomos jantar com nossos primos.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

EUA - 2° dia

Chegamos em San Francisco!

Então vamos explicar como fizemos até agora.

Embarcamos ontem pela noite, em Guarulhos, e fomos para Dallas, chegando ao amanhecer, após um voo de 10 horas. O voo foi tranquilo.

Chegando em Dallas, num aeroporto gigante, passamos pela imigração, que foi bem tranquila, e por nova revista de bagagem, para então conseguir acessar a área de embarque para a conexão.

Como descemos no setor "D", seguimos as placas indicando "Skylink", um tipo de trenzinho elétrico que percorre todos os setores do aeroporto.

(mapa da linha "Skylink")

(o Skylink)

A vista do "trenzinho" foi linda, pois vimos o nascer do Sol. Após uns 15 minutos chegamos no terminal "C", e pegamos nossa conexão em tempo.

(nascer do Sol, visto do Skylink)

O voo para San Francisco, numa aeronave mais apertada, por se tratar se um voo doméstico, pareceu mais demorado do que as 3 horas de levou, talvez por causa das turbulências que pegamos.

(vista do parque nacional "Yosemite", chegando em S.Francisco)

Desembarcamos na área doméstica e pegamos um mesmo tipo de trenzinho para "trafegar" entre os setores do aeroporto, chamado AirTrain.

(indicação para pegar o AirTrain)

Descemos do AirTrain no setor "G" e pegamos a Red Line, que dá acesso para o metrô, chamado de "BART"(www.bart.gov).

(direção para Red Line, para pegar o BART)

Quando você descer para pegar o BART verá um mapa com as estações.

(mapa das estações do BART)

Ao lado do mapa estão as 4 máquinas para comprar seu ticket.

(máquina para comprar o ticket)

Nesta máquina há uma lista com os nomes das estações com o respectivo valor que deve "pagar".

Você pode usar notas de 1, 5 ou 10 dólares, além de moedas, para pagar o valor exato.

No nosso caso nós descemos na estação Powell Station, e o valor, por ticket, foi de US$8,10.

Colocamos US$10 e temos que "marcar" o troco de US$1,90. O bilhete é impresso e deve ser passado na catraca da entrada e da saída, portanto não calcule o valor errado do seu bilhete.

Dica: Leve bastante notas pequenas para facilitar no pagamento de transportes públicos.


O trem é bem antigo e tem cheiro de carpete sujo.

(vagão do BART)

Após cerca de 30 minutos chegamos na estação e seguimos até o Hotel MArk Twain, umas 2 quadras atrás.

Fizemos o check-in no hotel, encontramos com Tais, amiga da Emi, e fomos até o hotel Hyaat encontrar com a Carina, cunhada do Raul.

Almoçamos todos no restaurante John's Grill e, após nos despedirmos da família da Carina (que seguiu viagem para o Hawaii) fomos fazer umas comprinhas nas lojas espalhada pelo centro de San Francisco, além de comer e conhecer a área.

(Powell Street e seu trilho para o famoso bondinho)

(pausa para foto em frente a Union Square Park)

Apesar do Sol quente fez um vento bem frio.

(o bondinho de San Francisco)

Depois fomos dar umas voltas para conhecer as inúmeras lojas que existem no centro. Uma delas é a "Ross - Dress for less", que parece uma mega brechó, meio bagunçado, mas com roupas novas. Lá você acha de tudo de "A à Zinco".

Voltamos para o hotel umas 19 horas e combinamos de sair para jantar.

Jantamos no restaurante do hotel. As garotas pediram sopa e os homens sandwich com cerveja.

Viemos dormir cedo, para tentar recuperar o sono perdido nos aviões, por volta de 22 horas.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

EUA - 1° dia

Hoje, segunda, dia 05 de Setembro, vamos viajar para a costa oeste dos Estados Unidos.
Sairemos de Guarulhos com destino à Dallas, num voo de 10 horas e meia, para fazer um conexão para San Francisco, com mais 3 horas de voo.

Deveremos chegar na terça pela manhã (à tarde em São Paulo, pois estaremos 5 horas atrás).
Ficaremos até a sexta e seguiremos para Los Angeles de carro alugado.

(Dica: Alugamos nosso carro pelo site, seguindo informações de amigos: www.carrental8.com que é um tipo de "Decolar" para locação de carros. Ficamos cotando todos os dias até que fechamos, por 12 dias, um modelo Ford Escape automático, pegando em San Francisco e devolvendo no aeroporto de Las Vegas)


Nossa rota é "tradicional" para os turistas.
Podemos escolher ir pela costa, contornando o Mar Pacífico, trajeto mais longo, cerca de 720 km, ou pela US-101 S, por "dentro", passando pelos vinhedos e parques nacionais, que é mais "curto", cerca de 614 km.
Iremos decidir na hora, dependendo da vontade e disposição.

(planejamento de rota)

Planejamos uma parada na estrada para dormir, e seguir, logo cedo, para LA.
Lá ficaremos num hotel, que na verdade fica em Anaheim, uns 40 km ao sul de LA. Escolhemos esta cidade pois é perto da Disney. Se der subiremos para os parques da Universal e Six Flags, que ficam ao norte de LA, uns 110 km do nosso hotel.

Depois de alguns dias seguiremos para Las Vegas, onde passaremos uma noite num hotel em Grand Canyon.

Serão mais de 1.500km dirigindo, ainda bem que o RAUL é um bom piloto.

Então começa aqui nossa viagem!

quinta-feira, 10 de março de 2011

Londres - 17 dia

Nosso último dia em Londres. Acordamos para não perder o café da manhã e nossos primos foram se despedir pois estão indo para Bruxelas e Amsterdam.

Entramos no site da Alitalia para saber o peso e quantidade de malas que podemos levar e tivemos umas informações bastante desencontradas.

Se for uma viagem dentro da Europa podemos levar 2 malas de 23 kg cada, se for para o Brasil, 2 de 32 cada. Como estamos voltando para nosso país, mas temos que fazer uma conexão em Roma, neste primeiro trecho só podemos levar malas com, no máximo, 23 kg. Logicamente que esses são valores para classe econômica. Como levamos apenas 2 malas, sendo uma enorme que pesou 24 kg e uma menor de 20kg, pesadas no trecho Roma-Paris, que a atendente já deu uma reclamada, tivemos que comprar uma terceira mala para dividir os pesos.

Sendo assim fomos correndo ao metro para a, adivinhem, Lilly Whites.

Como iríamos ao aeroporto de metro, já aproveitamos para comprar os tickets para Zona 6, acesso ao aeroporto Heathrow, por todo o dia, por £8 cada.

Chegamos na L.Whites 5 minutos antes de abrir (a loja abre as 10), ficamos na porta aguardando, junto com outros tantos estrangeiros, principalmente brasileiros, do lado de fora.

Portas abertas, mala comprada (por £12 da marca Dunlop), voltamos para o hotel a tempo do check-out, marcado para as 11h.

Seguimos nós e as três malas ao metro, iniciando nova batalha entre bagagem x escadas (as estações de Londres possuem bastante, e compridas, escadas rolantes porém, em alguns trechos, elas simplesmente não existem).

Pegamos a linha Picaddilly Line, que liga Londres ao aeorporto Heathrow. Preste atenção ao embarcar no destino final que mostra no painel eletrônico. O aeroporto possui 5 terminais, sendo o 4 e 5 separados do restante.
Como nosso terminal era o 4, tivemos que esperar o trêm seguinte.

Os vagões de Londres apresentam, ao lado das portas, uma área de preferência para colocar malas. Sendo assim conseguimos seguir tranquilamente até o aeroporto, viagem que dura uns 45 minutos. Durante este percurso você fica admirando a mudança do cenário do centro para a periferia, passando por bairros mais pobres, mais "caseiros", sítios e até campos de golfe.

O acesso ao aeroporto é muito fácil, ou seja, a plataforma fica um andar abaixo dele.

Como chegamos muito cedo ficamos esperando por 2 horas para aguardar os funcionários da Alitalia chegarem e, quando fomos efetuar nosso check-in, nossa mala maior pesou 28 quilos e fomos "mandados" para um setor dedicado à "re-arrumar" as malas ao lado de uma balança. Assim fizemos e voltamos ao check-in.

Finalmente deixamos Londres e estávamos voltando ao Brasil.

O voo Londres - Roma levou 1 hora e 55 minutos, sem nenhum problema.

Fizemos nossa conexão e embarcamos de volta para nossa amada terra.

O voo de 11 horas e 55 minutos é muito cansativo e não foi possível dormir (só mesmo na classe executiva) pois tinha uma criança que insistia em dar um "showzinho" chorando por quase toda a viagem.

O que achamos de Londres:

(Rio Thames e o Parlamento, visto da London Eye)

Ficamos perto das estações Victoria e Pimlico, uma área onde os hotéis são quase todos parecidos e, com exceção das ruas próximas a estação Victoria, o bairro parece cenográfico. Tudo bem arrumado, limpo e organizado.

Os londrinos que conhecemos, como o Adam, recepcionista do nosso hotel, nos pareceram muito simpáticos, alegres e atenciosos. Mas a maioria das pessoas que trabalham em Londres são estrangeiros. Encontramos muitos brasileiros, indianos, africanos e árabes.

O clima que pegamos foi de muito frio, entre 5 e 10 graus, e um vento forte, o que não me agradou em nada, pois eu amo o calor.

Assim como São Paulo, Londres não é uma cidade que você gosta pela beleza que apresenta e sim pelas atrações que ela possui.

Em Londres sentimos muita segurança, mesmo com muitas placas avisando para não se desprender de seus pertences, principalmente em restaurantes.


Agradecemos por tudo dar certo, em nossa viagem, e esperamos que assim continue com nossos primos André e Aline, que seguem para Bruxelas e Amsterdam.

Agradecemos por todos que acompanharam nosso dia-a-dia.


Veja o vídeo da nossa viagem:

Qualquer dúvida, informação ou comentário, favor postar.

Não deixem de acompanhar a continuação da viagem dos nossos primos:

terça-feira, 8 de março de 2011

Londres - 16 dia

Fomos direto para Piccadilly Circus, na loja Lilly White, como combinado.
Andamos todos os 6 andares da loja atrás das melhores promoções.

Saímos e fomos comer na Pizza Hut, ao lado, um menu com buffet de salada, pizza e refri à vontade, por £6,99.

Em Londres, como em Paris, existem banheiros públicos, porém aqui se paga 50P (50 pence, ou £0,50) por 20 minutos de utilização. Após esse tempo, um sinal sonoro dispara e a porta se abre automaticamente.

(o banheiro público)

De lá nossos primos voltaram para o hotel e nós continuamos andando pela Regent Steet atrás de outras lojas baratas, porém não achamos e voltamos para Lilly White finalizar nossa lista de compras.

Na volta, de "tube", descemos duas estações após a nossa, na estação Stockwell, local onde o brasileiro Jean Charles foi executado, por engano.

(mosaico em memória de Jean Charles, na saída do metro Stockwell)

De lá voltamos para nosso hotel para ver se nossas roupas caberiam nas malas.

Londres - 15 dia

Hoje amanheceu com o céu bem limpo, azul e um frio de 8 graus.
Novamente fomos ao Palácio, 1 hora antes, para ver a troca da guarda.

Chegando nas proximidades já notamos bastante movimentação nas ruas e vários ônibus turísticos parados.
As grades já estavam todas ocupadas e tivemos que atravessar a rua para subir nas escadas do Queen Victoria Memorial, que fica em frente ao portão principal.

(Queen Victoria Memorial, ao fundo o Palácio)

De lá, após 40 minutos com o Sol tentando aquecer a cabeça e um vento congelando os pés, começamos a ouvir a banda tocar e um batalhão chegar pelo lado esquerdo. Após alguns minutos ocorreu o mesmo do lado direto. Todos vestiam o uniforme cinza,pois é inverno, ao contrário do tradicional vermelho.

A banda começou a tocar músicas como "somewhere over the rainbow" e "New York, New York" e, após uns 15 minutos de cerimônia ficamos de saco cheio e tentamos sair, como a maioria, até percebermos que estávamos "presos" pois os policiais locais fechavam o acesso das ruas, montados em seus cavalos, e só abriam temporariamente. Após muitas voltas, esperas e bronca dos policiais conseguimos sair.

(a fachada do Palácio e o mar de gente em frente)

Como o evento tem hora marcada para começar, a quantidade de turista que aparecem é enorme, o que torna o evento meio estressante.

Se tiver outros passeios para fazer, eu aconselho a não perder seu tempo neste.

De lá fomos ao metro e, enquanto comprava os bilhetes nas máquinas, duas pessoas nos passaram seus bilhetes, para o dia todo, para nós.

O bilhete do "tube" tem valores gozados aqui. Se você só for usar só uma vez, paga £4, se for mais que isso paga £6 e pode andar o dia inteiro. Como muitas pessoas fazem 2 viagens (ida e volta), quando deixam a estação na volta, repassam o bilhete para aqueles que estão comprando nas máquinas, pois os bilhetes ainda estão valendo.

(dentro da estação existem espaços demarcados para músicos se apresentarem, como o que está sentado do lado direito, no fundo)

De lá seguimos ao Museu da História Natural, que mostra os estudos de Charels Darwin, sobre a evolução das espécies, tanto do Homem, quanto de dinossauros, insetos e até minerias. O museu é bem legal, bonito e gratuito.

(vista interna do museu)

Seguimos na mesma rua do museu, Cromwell Road, e almoçamos num dos restaurantes da Valerie Patisserie, que serve desde almoço até bolos de aniversário. Fomos atendidos por um garçon português (muitos atendentes são brasileiros).

(almoçando no Valerie Patisseire)

Depois seguimos na mesma rua até uma lojinha humilde, que ocupa todo o quarteirão, chamada Harrods (www.harrods.com).
Eu nunca entrei na loja das Daslu mas, com certeza, faria a mesma cara de quando vi os preços que encontramos (eu particularmente acho um absurdo pagar tão caro por roupas.
No piso inferior, por dica do garçom português, existe um um anel que está exposto, que o dono da loja, Dodi Al Fayed, deu para a Princesa Diana, uma noite antes do acidente, e as taças de vinho, sendo que a da Princesa Diana está até marcada com o batom, que ela usou na noite do acidente.

(o memorial à Princesa Diana)


(o anel de noivado)

Voltando ao nosso mundo real seguimos, de "tube", até a estação Piccadilly Circus, onde falam ser o agito de Londres. Ao descer já percebemos que lá realmente é o centro, com muitas pessoas correndo de um lado para o ouro, disputando espaço nas faixas de pedestre e os carros disputando uma brechinha com os ônibus (de 2 andares, lógico). Lá está o painel eletrônico, em curva, além de diversas lojas de departamento, e vários teatros, museus...

(Piccadilly Circus)

Como em toda a cidade, existem lojinhas que só vendem lembrancinhas, porém, nesse lugar, existe uma grande, e nem por isso mais barata, onde pode se encontrar de tudo.

(Mr. UK!)

Já estávamos indo embora quando entramos na Lilly Whites (www.sportsdirect.com), que fica ao lado da saída a estação, e a besteira estava feita. Lá encontramos Nike Shox por £60, e várias roupas da Everlast por preços muito baixos. Como tinha muita coisa para ver e já estava ficando tarde decidimos voltar no dia seguinte.


(anoitecendo em Piccadilly)

Voltamos para o hotel e fomos ao pub na mesma rua.
André e eu experimentamos alguns chopps, que são servidos à temperatura ambiente, e, com certeza, preferimos o chopp da Brahma.

Novamente fomos atendidos por uma paulista, que nos mostrou no mapa qual estação morreu o Jean-Charles, que é bem próxima de onde estamos. Se der passaremos lá amanhã.

Voltamos para o hotel para descansar pois amanhã será dia de compras.

domingo, 6 de março de 2011

Londres - 14 dia

Domingo frio, para varia, temperatura de 9 graus e meio nublado.
Acordamos e fomos até o Palácio de Buckingham, mas a troca da guarda será só amanhã.

(em frente ao palácio)

De lá partimos para o metro ("tube" com é chamado aqui), onde compramos o bilhete para o dia inteiro, por £6 cada, e seguimos até o museu Madame Tussauds, o museu de cera.

Existem várias entradas para o museu, para quem comprou antecipado pela internet, para quem comprou a entrada antecipada com outras atrações (como nossos primos fizeram ontem) e para grupos fechados com mais de 15 pessoas.

Como não nos enquandramos em nenhuma das opçãos tivemos que pegar a fila para comprar, que, quando chegamos, deveria ter uns 100 metro.

Atenção, não se deixe enganar pelo tamanho da fila que enxergar do lado de fora, na calçada, pois ela ainda continua por bastantes corredores e escadas no lado interno. Ficamos, desde que entramos, por 2 horas na fila, até conseguirmos comprar os bilhetes e entrar no museu.
Muitas pessoas desistiram da fila, mesmo lá dentro, pois ela é realmente lenta e cansativa (pior que Hopi-Hari em feriado). Nossos primos, com a entrada nas mãos, levaram apenas 20 minutos.


(aguardando, na escada, em um dos 120 minutos de fila)

Os personagens que estão na primeira parte são bem legais, estão vários atores de Hollywood e outras celebridades.


(encontrando com nosso amigo Bruce, em Londres)

O museu é dividido em várias salas, de acordo com o gênero: atores, políticos, esportistas, cantores....

(Eu e meu amigo Jim)

Como o museu estava muito cheio, às vezes ficava bem difícil tirar fotos do lado dos modelos.

(Aline com sua melhor amiga)

Alguns modelos mais novos, como o ator que faz o vampiro no filme "Eclipse" e o presidente americano "Obama", estão cercados e só os funcionários do museu podem tirar (vender) a sua foto.

(dando umas dicas para meu amigo Tiger)

Após algumas salas você pode acessar um "corredor do medo", que é um tipo de chamariz para divulgar o "Museu do Terror", um tipo de parque como "A noite do terror", do Playcenter, em São Paulo. Lá você passa por um labirinto com vários personagens que ficam te dando susto no escuro e, no final, estão modelos de cera dos maiores assassinos conhecidos.

(Aprendendo a dançar com M.Jackson)

Após a visita pelo museu, você entra num trenzinho, parecido com táxi londrino, que é um tipo de "Montanha Encantada" que conta um pouco da história de Londres.

(curtindo um reagge com Bob)

Após esse passeio pode entrar no cimena 4D, com o Homem-Aranha, Capitão América, Homem de Ferro e Wolverine. O filminho se passa em Londres e é muito legal. Vale à pena conferir (e olha que sofremos para entrar).

No final existe uma lojinha, lógico, com suvenirs do museu e de Londres.

Como demoramos muito para entrar, na saída não encontramos nossos primos, então fomos comer numa Pizza Hut que tem perto e seguimos, de metro, até estação Tower Hill, a mais próxima da Tower Bridge que, por sorte, encontramos nossos primos atravessando do outro lado da rua.


(foto mal tirada pelo André, da vista da Tower Bridge)

Tiramos várias fotos da ponte e da Tower of London onde, infelizmente, não entramos pois restavam menos de 30 minutos para fecharem a visita.

Perto da estação existe um memorial, The Tower Hill Memorial, aos mortos na segunda guerra, a céu aberto, com as paredes coberta de placas com vários nomes gravados.
Como a internet do hotel é horrível, quando chegar em S.Paulo posto o vídeo aqui.

De lá seguimos para Capela Saint-Paul, a maior de Londres onde tiramos mais fotos.
O Sol já estava se pondo e atravessamos a rua para uma loja grande de roupas, em frente a igreja.

(saindo da igreja St. Paul, com o entardecer)

Após algumas olhadas nas roupas voltamos para o hotel, já anoitecendo.

(vista do céu, na rua do hotel)

Mais tarde demos uma volta para procurar algo para jantar e acabamos comprando um lanche de carneiro, num restaurante turco, que não gostei. Esse lanche é feito com carne de carneiro ou frango, à sua escolha, num espetão igual ao do churrasco-grego, do centro de São Paulo, e depois você escolhes os demais recheios, como no Subway. Todas as suas escolhas são "embrulhadas" numa folha de pão, tipo pão sírio, e forma um tipo de wrap grandes, parecido com um charutão.